Disciplinas

Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional


Disciplina: EAD5942-4

Área de Concentração: 12139

Número de Créditos: 8

Carga do curso:

Teórico
(Por semana)
Prática
(Por semana)
Estudos
(Por semana)
DuraçãoTotal
42215120
Objetivos:
A disciplina promove uma reflexão sobre a extensa literatura que discute os temas da gestão do conhecimento e da aprendizagem organizacional. Recorrendo às teorias básicas procura separar o que é constatação fundamentada daquilo que não passa de especulação. Com isso, contrasta vertentes teóricas diferentes construindo um espaço de produção de conhecimento sobre o conhecimento nas organizações.

Os alunos são levados a refletir sobre um fenômeno individual, social e organizacional que recebe diferentes denominações, o que revela a intenção de se destacar dimensões ou características também diferentes sobre o mesmo objeto. Discute-se assim o conhecimento como ativo, recurso, dinâmica, processo, produto ou ainda como metáfora, mas, em todas as circunstâncias, ele é considerado um elemento essencial para as empresas inseridas em ambientes competitivos.

Pretende-se abordá-lo na empresa sem abrir mão de pressupostos sociais, filosóficos e humanistas, evitando-se o reducionismo, mas assegurando um mínimo de objetividade. Considera-se este equilíbrio necessário quando se investiga um dos produtos mais subjetivos e relacionais da vida humana em sociedade.

Trata-se, portanto, de estudar um bem social que passa a ser hiper valorizado por uma sociedade que não gira mais exclusiva e prioritariamente em torno da produção material, mas de ativos intangíveis. Para dar conta desta empreitada, é preciso ser capaz de responder a algumas questões que estão presentes nas empresas, mas também povoam as mentes das famílias, dos educadores, dos gestores da coisa pública e de todos nós, pessoas, gestores do nosso próprio cotidiano.

Perguntas Orientadoras do programa

• O que é conhecimento humano no plano individual, coletivo e social?

• Como ele muda através do tempo?

• Quais suas características e complexidades no mundo de hoje?

• O que a Filosofia, a Economia, a Psicologia e a Sociologia tem a dizer sobre isto?

• Como a empresa se apropria do conhecimento e de sua dinâmica?
• O que significa gerir conhecimento nas organizações?

• Processos de aprendizagem organizacional são possíveis?

• Organizações aprendem?

• Como é possível constatar o aprendizado organizacional?

• Como a gestão de pessoas interage com a gestão do conhecimento?

• O que é ambiente organizacional e como ele é composto?

• Quais relações pode-se estabelecer entre a GC, AO e os elementos componentes do Ambiente Organizacional?

Justificativa:
A Gestão do Conhecimento é um tópico relevante nas teorias administrativas desde início da década de noventa, com os trabalhos seminais de Nonaka e Takeuchi. Já a aprendizagem organizacional é debatida pela academia por Argyris e seus seguidores a partir dos anos sessenta. Os dois campos de conhecimento tratam de fenômenos semelhantes, porém por óticas distintas, mais recentemente autores contemporâneos consideram necessário integrar estas visões para melhor entendimento do fenômeno. Com a disciplina buscou-se, desde 2003, introduzir os pesquisadores formados pelo PPGA nessa reflexão, o que vem resultando em dissertações de mestrado, teses de doutorado e publicações em periódicos nacionais e internacionais.

A frequência de alunos de outras unidades e de cursos conveniados diversos demonstra que o conhecimento proporcionado não se restringe aos projetos de pesquisa voltados para a gestão organizacional. Alunos das ciências médicas e da saúde, das engenharias e de comunicação, dentre outros, encontram na disciplina referências que lhes permitem enriquecer as pesquisas em suas áreas de interesse.

Ainda assim, a demanda das organizações por um maior esclarecimento sobre o fenômeno da dependência do conhecimento para a competitividade dos seus negócios, sejam elas públicas, privadas ou sem fins lucrativos, é o principal motivador e justificativa do investimento do proponente desta disciplina.

Conteúdo:
Conteúdo Programático Detalhado e Cronograma de aulas:

BLOCO 1 - FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS E CIENTÍFICOS SOBRE O CONHECIMENTO E A APRENDIZAGEM

AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
1ª aula

APRESENTAÇÃO DO CURSO

• levantamentos das expectativas
• apresentação do programa

MODELO COMPETITIVO DE GESTÃO DE PESSOAS e o Conhecimento nas organizações DUTRA, J. Competências. Editora Atlas. São Paulo, 2004. cap. 3
FISCHER, A. L. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. in “As pessoas na organização”. Editora Gente, 2002, São Paulo. pp 11-34
COMPLEMENTAR
LÉVY, P – As Tecnologias da Inteligência, Editora 34, 1993, Rio de Janeiro
CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. São Paulo. Editora Paz e Terra. 1999.
PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro - Editora Campus,1995
MILLS, John, PLATTS, Ken, BOURNE, Michael, RICHARDS, Hull. Strategy and performance – competing trough competences. Cambridge University Press, Cambridge, 2002. Cap.1.
2ª aula

FILOSOFIA E CONHECIMENTO

• Aristóteles: conhecimento teorético, prático e técnico
• As fontes do conhecimento: razão (racionalismo)
a experiência sensível (empirismo) CHAUÍ, M. Convite à Filosofia.. Editora Ática, São Paulo 1994 Unidade 4 – capítulos: 01, 02, 03, 06 e 07
MATURANA, H. E VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. Palas Athena, São Paulo, 2001 – caps. 1 e 2

COMPLEMENTAR
BAUMAN, Z. A Modernidade Líquida, Zahar Editora, Rio de Janeiro, 2001
GIDDENS, A.. As conseqüências da modernidade. Editora Unesp 1991.
3ª aula
ECONOMIA: o conhecimento como riqueza e como valor
• O Conhecimento nas diferentes escolas da economia
• O que é a Economia baseada em Conhecimento AMORIM, W. Conhecimento e Aprendizagem - Uma breve revisão dos clássicos aos neo-schumpeterianos , Revista Integração SJT no. 48
FORAY, D, LUDVEALL, B., Knowledge Based Economy: from the economics of knowledge to the learning economic, OECD, Employment and growth in the knowledge based economy, 1996
COMPLEMENTAR
PINTEC, 2005, IBGE
4ª aula

PSICOLOGIA: a produção individual do conhecimento
• O processo de aprendizagem para o indivíduo
• Etapas do processo de aprendizagem
• Diferentes escolas, suas contribuições, contradições e limites ZANELLI, J. C., BORGES-ANDRADE, J.E, BASTOS, A. V. B. Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil, ARTMED, 2004 cap. 7
FÁVERO, M H. Psicologia e Conhecimento, Editora UNB, 2005 Cap.3 e pg. escolhidas dos caps. 5 e 6 (até a página 247)
KNOWLES, MALCOLM S. E OUTROS The adult learner, Elsevier, 2005 caps. 1,2 e 3
COMPLEMENTAR
DE LA TALLE, O Teorias psicogenéticas em discussão - PIAGET - VYGOTSKY-WALLOW -, Dantas Editora Summus, 1951 - O LUGAR DA INTERAÇÃO SOCIAL NA CONCEPÇÃO DE PIAGET
5ª aula
SOCIOLOGIA: a produção social do conhecimento
• Conhecer, aprender e Poder
• Tecnologias da inteligência:
• A compressão de tempo e espaço
• Aprendizado por repetição e por simulação MANNHEIM, K Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968. Cap. 2
BERGER, P, LUCKMANN. A construção social da realidade. Editora Vozes.Petrópolis, 2001.
COMPLEMENTAR
LÉVY, P. As Tecnologias da Inteligência, Editora 34, 1993, Rio de Janeiro
HABERMAS, J. Conhecimento e interesse. Rio de Janeiro,
MORIN, E. Introdução ao pensamento complexo. Instituto Piaget, Lisboa, 2003


BLOCO 2 - A GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA APRENDIZAGEM NA TEORIA ORGANIZACIONAL
AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
6ª aula
3/09 • TEORIA INSTITUCIONAL ESENSEMAKING REFERÊNCIAS NA ADMINISTRAÇÃO SCOTT, R.W. The adolescence of Institutional Theory, Administrative Science Quartely, Dez. 1987; 32, 4 pg. 493
ZUCKER, L. G. TOLBERT, SP A institucionalização da Teoria Institucional, in Handbook de Estudos Organizacionais, organizadores CALDAS, M. ; FACHIN,R e FISCHER,T.
WEIK, K.E. SUTCLIFFE, K.M. Organizing and the process of Sense making, Organization Science, Vol. 16, nº 4, July-August 2005 pg. 409-421

COMPLEMENTAR
SIMON, H. A. Boarded rationality Organizational Learning, Organization Science vol.2 nº 1 feb.91
WEICK, K.E. Enacted sense making in crises situations, Journal of Management Studies 25: 4 July 1988.
7ª aula
GESTÃO DO CONHECIMENTO - reconhecendo diferentes vertentes teóricas
• Capacitando para o conhecimento (Krogh)
• Gerenciando o capital intelectual (Stewart)
• Gerenciando as estruturas interna e externa DAVENPORT, T.H, PRUSAK, L Conhecimento Empresarial, Campus, Rio de Janeiro, 1998 (Caps. 1,2,e 3)
NONAKA E TAKEUCHI. A criação de conhecimento na empresa. Editora.Campus, R. J., 2002, (Caps. 2 e 3)

COMPLEMENTAR
TERRA, J. C. Gestão do Conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo, Editora Negócio, 2000.
SVEIBY, K. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. R. J.: Ed. Campus, 1998. Parte 2.
8ª aula
OS AUTORES SEMINAIS – Uma Introdução à Gestão do Conhecimento e a Aprendizagem nas Organizações NONAKA E TAKEUCHI. A criação de conhecimento na empresa. Editora Campus, R. J., 2002, Caps. 4 e 5
KROGH, G, AND, ICHIGO, K. Facilitando a Criação do Conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2001 (caps. 1,2,e,3)

COMPLEMENTAR
EDVINSSON, L. E MALONE, M. Capital intelectual. Makron Books, São Paulo, 1998.
ANGELONI, M. T. (coord.). Organizações do Conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2002.
9ª aula
APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL - Os autores seminais

• Aprendizagem organizacional (Argyris)
• Organizações de Aprendizagem (Senge)
• Aprendizagem em Ação (Garvin) PRANGE, C. Aprendizagem organizacional – desesperadamente em busca de teorias? In Aprendizagem Organizacional e Organização
de Aprendizagem - desenvolvimento na teoria e na prática - Editora Atlas 2001
FIOL, C.M. and, LYLES, M.A . Organizational Learning. The Academy of Management Review, v.10, nº 4, Oct. 1985, p. 803 – 14
LOYOLA, E. E BASTOS A. A produção acadêmica sobre aprendizagem organizacional no Brasil. RAC v. 7, nº3, pp181-201
ANTONELLO, C. A metamorfose da aprendizagem organizacional: uma revisão crítica. In Os novos horizontes da gestão: aprendizagem organizacional e competências. Editora Bookman. Porto Alegre 2005

COMPLEMENTAR
ARGYRIS, C., AND SCHON, D.A "Organizational Learning: A Theory of Action Perspective." California: Addison-Wesley Publishing Company, 1978
SENGE, P . A Quinta Disciplina, Editora Futura, 1999
GARVIN, D. Aprendizado em ação. Qualitymark Editora, 2002
BIBLIOGRAFIA COMUM AOS GRUPOS ANTONELLO, C. S. A metamorfose da aprendizagem organizacional. Ruas, R. , Antonello, C. S. e Boff, L. H. (org.) “Os novos horizontes da gestão: aprendizagem organizacional e competências”. Porto Alegre: Bookman, 2005.
NONAKA& TAKEUCHI. Criação do conhecimento: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. R. J:Campus, 1997.caps. 2 e 3
VON KROGH, G. ICHIJO, K. NONAKA, I. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
FIOL, C.M. and LYLES, M. A . Organizational Learning. The Academy of Management Review, v.10, nº 4, Oct. 1985, p. 803 – 14
CROSSAN, M. Na Organizational learning framework: from intuition to institution. Academy of Management Review, Mississippi, v.24, n.3, p.522-537, Jul, 1999






BLOCO 3 - GESTÃO DE CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: QUESTÕES POLÊMICAS E AS ÁREAS DE INTERFACE COM AO E RH


AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
10ª aula
(1) GESTÃO DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL COMO APRENDIZAGEM INDIVIDUAL NAS ORGANIZAÇÕES
O principal agente da aprendizagem é sempre o indivíduo, não são as organizações que aprendem, mas os indivíduos realizando um trabalho mais intensivo em conhecimento nas organizações contemporâneas. Caberia ao gestor gerir essa aprendizagem. ARGYRIS, C. Ensinando pessoas inteligentes a aprender. In “Gestão do Conhecimento” HBR, Editora Campus R J, 2000
FRIEDMAN, V.J. The individual as agent of organizational learning. In “Handbook of organizational learning & knowledge”, ed. by Meinolf Dierkes (et al). Oxford University Press, Oxford 2001
KOLB, D.A., Experiential Learning Experience as the Source of Learning and Development (ENGLEWOOD CLIFFS, NOVA JÉRSEY: Prentice-Hall, 1984

COMPLEMENTAR

ARGYRIS, C. Organizational learning II: theory, method and practice. Reading, Mass; Addison-Wesley, 1996.
ARGYRIS, C.; SCHÖN, D.A "Organizational Learning: A Theory of Action Perspective." California: Addison-Wesley Publishing Company, 1978.
11ª aula
(2) GESTÃO DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL COMO TRANSFERÊNCIA DA APRENDIZAGEM INDIVIDUAL PARA A ORGANIZACIONAL
A aprendizagem individual é importante, mas, mais importante do que isso seria o processo de transferir as aprendizagens individuais e grupais para a organização o que somente pode ocorrer por meio da apropriação social do conhecimento (institucionalização). CROSSAN, M. Na Organizational learning framework: from intuition to institution. Academy of Management Review, Mississippi, v.24, n.3, p.522-537, Jul, 1999
NICOLINI, D. e MEZNAR, M. B. The social construction of organizational learning: conceptual and practical issues. Human Relations, 48(7), 1995.
KIM, Daniel H. O Elo entre a Aprendizagem Individual e a Aprendizagem Organizacional, in Klein, David, A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual, Qualitymark Editora, 1998

COMPLEMENTAR

DAVENPORT, T. H. , PRUSAK, L Conhecimento Empresarial, Campus, Rio de Janeiro, 1998 (Caps. 1,2,e 3)
SVEIBY, K. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. R J: Campus, 1998. Caps. 7 e 9
HUYSMAN, M. Contrabalançando tendenciosidades: uma revisão crítica da literatura sobre aprendizagem organizacional. In “Aprendizagem organizacional e organizações de aprendizagem – desenvolvimento na teoria e na prática”. Ed. Atlas, São Paulo 2001 p 86 e 87
12ª aula
(3) GESTÃO DO AMBIENTE PARA A APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL – Clima Organizacional
Há autores que privilegiam o ambiente como fator fundamental na aprendizagem organizacional. Alguns chegam a propor que a intervenção no ambiente é a única possibilidade de gestão do conhecimento, minimizando as estruturas e as práticas. O que é a intervenção no ambiente e como ela deve ser feita? SANCHEZ, R. Product, process and knowledge architectures in organizational competence. In: Knowledge management and organizational competence.
VON KROGH, GEORGE; ICHIJO, KAZUO; NONAKA, IKUJIRO. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Cap 3 e 8

COMPLEMENTAR

FRIEDMAN, J; LIPSHITZ, R. AND OVERMEER, W. “Creating Conditions for Organizational Learning”. In: Handbook of Organizational Learning and Knowledge.
GILMORE, T. e HIRSCHHORN, L. Os novos limites da empresa sem fronteiras. In: Aprendizado Organizacional – Harvard Business Review, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.
13ª. aula
(4) AS RELAÇÕES ENTRE CULTURA E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
Alguns autores acreditam que somente ocorre aprendizagem organizacional quando há alterações na cultura da empresa. Qual é a relação entre cultura e aprendizagem?
SCHEIN, E On dialogue, culture and organizational learning Organizational dynamics, v.22, nº 2, p 40-51,1993
COOK, S. D. N. YANOW, D. Culture and organizational learning. In: COHEN, M. D. SPROULL, L. S. Organizational Learning. London: Sage, 1996.
COMPLEMENTAR

KAYWORTH, T. AND LEIDNER, D. Organizational Culture as a Knowledge Resource. In: Handbook on Knowledge Management.
FRIEDMAN, J; LIPSHITZ, R. AND OVERMEER, W. “Creating Conditions for Organizational Learning”. In: Handbook of Organizational Learning and Knowledge.
VON KROGH, GEORGE; ICHIJO, KAZUO; NONAKA, IKUJIRO. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Cap 3.
14ª aula
(5) GESTÃO DE PESSOAS E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL 1
DUTRA, J. Competências. Editora Atlas. São Paulo, 2004. cap.. 3

15ª aula
(6) GESTÃO DE PESSOAS E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL 2
Parece razoável supor que os Modelos de Gestão de Pessoas têm uma importância fundamental na Gestão do Conhecimento e da Aprendizagem Organizacional. Como a teoria aborda este tema? Como as organizações lidam com esta interface? FISCHER, A. L. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. in “As pessoas na organização”. Editora Gente, 2002, São Paulo. pp 11-34
LEGGE, K, Human Resource Management, Rhetoric’s and Realities, Palgrave, MacMillan, 2005.
(a ser pesquisada)
16ª aula
AVALIAÇÃO


Avaliation methods:
Recursos Didáticos:
• E-Learning
• Projetor Multimídia e notebook
• Plataforma Moodle

5. Avaliação do Aprendizado:
O processo de aprendizagem será avalia

Notas:
Pré-requisitos:
- nenhum

3. Estratégias de Ensino/Tipo de aula:
O curso será realizado parte em sala de aula (aprendizagem presencial) e parte por meio de ferramenta eletrônica de ensino à distância. Aulas expositivas, exercícios e atividades coletivas em sala ocorrerão em todas as sessões presenciais. Os alunos deverão apresentar seminários a partir da leitura de bibliografia previamente recomendada produzindo um artigo sobre uma das questões orientadoras. Palestras com profissionais de empresas prestadoras e usuárias de serviços em Gestão do Conhecimento também adotadas.

4. Recursos Didáticos:
• E-Learning
• Projetor Multimídia e notebook
• Plataforma Moodle

Bibliografia:
BIBLIOGRAFIA
ALEXANDER SERENKO JOHN DUMAY, “Citation classics published in knowledge management journals. Part I: articles and their characteristics", Journal of Knowledge Management, Vol. 19 Iss 2 pp. 401 - 431, (2015)
ALEXANDER SERENKO JOHN DUMAY, "Citation classics published in Knowledge Management journals. Part II: studying research trends and discovering the Google Scholar Effect", Journal of Knowledge Management, Vol. 19 Iss 6 pp. 1335 -1355, (2015)
ALEXANDER SERENKO NICK BONTIS,"Global ranking of knowledge management and intellectual capital academic journals: 2013 update", Journal of Knowledge Management, Vol. 17 Iss 2 pp. 307 – 326
AMORIM, W. Conhecimento e Aprendizagem - Uma breve revisão dos clássicos aos neo-schumpeterianos , Revista Integração SJT no. 48, 2007.
ANGELONI, M. T. (coord.). Organizações do Conhecimento: infra-estrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo: Saraiva, 2002.
ANTONELLO, C. A metamorfose da aprendizagem organizacional: uma revisão crítica. In Os novos horizontes da gestão: aprendizagem organizacional e competências. Editora Bookman. Porto Alegre 2005
ANTONELLO, C. S.; GODOY, A. S. A Encruzilhada da Aprendizagem Organizacional: uma Visão Multiparadigmática. Revista de Administração Contemporânea - RAC, v. 14, n. 2, p. 310-332, 2010.
ANTONELLO, C. S.; GODOY, A. S. Uma Agenda Brasileira para os Estudos em Aprendizagem Organizacional. Revista de Administração de Empresas - RAE, v. 49, n. 3, p. 266-281, 2009.
ARANHA, M.L.A. História da Educação. São Paulo: Editora Moderna, 1996
ARGYRIS, C. Ensinando pessoas inteligentes a aprender. In “Gestão do Conhecimento” HBR, Editora Campus R J, 2000
ARGYRIS, C. Organizational learning II: theory, method and practice. Reading, Mass; Addison-Wesley, 1996.
ARGYRIS, C., AND SCHON, D. A "Organizational Learning: A Theory of Action Perspective." California: Addison-Wesley Publishing Company, 1978
ARGYRIS, C., BATOLOMÉ, F., ROGERS, C.R., et ali. Comunicação eficaz na empresa : como melhorar o fluxo de informações para tomar decisões corretas. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1993
BAPUJI, H. From Questions to Answers: Reviewing Organizational Learning Research. Management Learning, v. 35, n. 4, p. 397-417, 1 dez 2004.
BAUMAN, Z. A Modernidade Líquida, Zahar Editora, Rio de Janeiro, 2001
BERGER, P, LUCKMANN. A construção social da realidade. Editora Vozes.Petrópolis, 2001.
CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. São Paulo. Editora Paz e Terra. 1999.
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia.. Editora Ática, São Paulo 1994 Unidade 4 – capítulos: 01, 02, 03, 06 e 07
COOK, S. D. N. YANOW, D. Culture and organizational learning. In: COHEN, M. D. SPROULL, L. S. Organizational Learning. London: Sage, 1996.
CROSSAN, M. Na Organizational learning framework: from intuition to institution. Academy of Management Review, Mississippi, v.24, n.3, p.522-537, Jul, 1999
DAVENPORT, T.H, PRUSAK, L Conhecimento Empresarial, Campus, Rio de Janeiro, 1998 (Caps. 1,2,e 3) de Aprendizagem - desenvolvimento na teoria e na prática - Editora Atlas 2001
DI BELLA, A., NEVIS, E.C. Como as organizações aprendem: uma estratégia integrada, voltada para a construção da capacidade de aprendizagem. São Paulo: Educator Editora, 1999
DIXON, N.M. Commom Knowledge: how companies thrive by sharing what they know. Boston: Harvard Business School Press, 2000
DRUCKER, P. Sociedade Pós-Capitalista. São Paulo: Livraria Editora Pioneira, 1993.
DUTRA, J. Competências. Editora Atlas. São Paulo, 2004. cap.. 3
EDVINSSON, L. E MALONE, M. Capital intelectual. Makron Books, São Paulo, 1998.
FÁVERO, M H. Psicologia e Conhecimento, Editora UNB, 2005 Cap.3 e pg. escolhidas dos caps. 5 e 6 (até a página 247)
FIOL, C.M.; LYLES, M.A . Organizational Learning. The Academy of Management Review, v.10, nº 4, Oct. 1985, p. 803 – 14
FISCHER, A. L. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. in “As pessoas na organização”. Editora Gente, 2002, São Paulo. pp 11-34
FLEURY, M. T. L., OLIVEIRA, M. M. Gestão estratégica do conhecimento. São Paulo: Atlas, 2001
FORAY, D, LUDVEALL, B., Knowledge Based Economy: from the economics of knowledge to the learning economic, OECD, Employment and growth in the knowledge based economy, 1996
FRIEDMAN, J; LIPSHITZ, R. AND OVERMEER, W. “Creating Conditions for Organizational Learning”. In: Handbook of Organizational Learning and Knowledge. ed. by Meinolf Dierkes (et al). Oxford University Press, Oxford 2001
FRIEDMAN, V.J. The individual as agent of organizational learning. In “Handbook of organizational learning & knowledge”, ed. by Meinolf Dierkes (et al). Oxford University Press, Oxford 2001
GARVIN, D. Aprendizado em ação. Qualitymark Editora, 2002
GARVIN, D. Building a Learning Organization. Harvard Business Review, 1993
GIDDENS, A.. As conseqüências da modernidade. Editora Unesp 1991.
GILMORE, T. e HIRSCHHORN, L. Os novos limites da empresa sem fronteiras. In: Aprendizado Organizacional – Harvard Business Review, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.
GORZ, A. O trabalho imaterial. São Paulo: Annablume, 2005.
HARKINS, P., CARTER, L., TIMMINS, A. Best Practices in Knowledge Management & Organizational Learning. Lexington : Linkage, Inc., 2000
HUYSMAN, M. Contrabalançando tendenciosidades: uma revisão crítica da literatura sobre aprendizagem organizacional. In “Aprendizagem organizacional e organizações de aprendizagem – desenvolvimento na teoria e na prática”. Ed. Atlas, São Paulo 2001 p 86 e 87
JAY B. BARNEY, DAVID J. KETCHEN, JR. AND MIKE WRIGHT The Future of Resource-Based Theory : Revitalization or Decline? Journal of Management 2011 37: 1299 originally published online 10 March 2011.
KAYWORTH, T. AND LEIDNER, D. Organizational Culture as a Knowledge Resource. In: Handbook on Knowledge Management. ed. by Meinolf Dierkes (et al). Oxford University Press, Oxford 2001

KIM, Daniel H. O Elo entre a Aprendizagem Individual e a Aprendizagem Organizacional, in Klein, David, A. A Gestão Estratégica do Capital Intelectual, Qualitymark Editora, 1998
KNOWLES, MALCOLM S. E OUTROS The adult learner, Elsevier, 2005 caps. 1,2 e 3
KOLB, D. A., Experiential Learning Experience as the Source of Learning and Development (ENGLEWOOD CLIFFS, NOVA JÉRSEY: Prentice-Hall, 1984
KROG, G., ICHIGO, K. Facilitando a Criação do Conhecimento: reiventando a empresa com o poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2001.
KROGH, G, AND, ICHIGO, K. Facilitando a Criação do Conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2001 (caps. 1,2,e,3)
LEGGE, K, Human Resource Management, Rhetoric’s and Realities, Palgrave, MacMillan, 2005.
LÉVY, P – As Tecnologias da Inteligência, Editora 34, 1993, Rio de Janeiro
LOYOLA, E. E BASTOS A. A produção acadêmica sobre aprendizagem organizacional no Brasil. RAC v. 7, nº3, pp181-2010.
MANNHEIM, K Ideologia e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968. Cap. 2
MATURANA, H. E VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. Palas Athena, São Paulo, 2001 – caps. 1 e 2
MILLS, John, PLATTS, Ken, BOURNE, Michael, RICHARDS, Hull. Strategy and performance – competing trough competences. Cambridge University Press, Cambridge, 2002. Cap.1.
MORIN, E. Introdução ao pensamento complexo. Instituto Piaget, Lisboa, 2003
NICOLINI, D. e MEZNAR, M. B. The social construction of organizational learning: conceptual and practical issues. Human Relations, 48(7), 1995.
NONAKA E TAKEUCHI. A criação de conhecimento na empresa. Editora Campus, R. J., 2002, Caps. 2, 3,4 e 5
PAWLOWSKY, Peter, FORSLIN, Jan, REINNARDT, Rüdiger. Practices and tools of organizational learning. In: “Handbook of organizational learning & knowledge”, ed. by Meinolf Dierkes (et al). Oxford University Press, Oxford 2001
PETER MASSINGHAM ,"An evaluation of knowledge management tools: Part 2 – managing knowledge flows and enablers", Journal of Knowledge Management, Vol. 18 Iss 6 pp. 1101 – 1126, 2014.
PINTEC, 2005, IBGE
PRAHALAD, C. K. Competindo pelo Futuro - Editora Campus,1995
PRANGE, C. Aprendizagem organizacional – desesperadamente em busca de teorias? In Aprendizagem Organizacional e Organização, 2001.
SCHEIN, E On dialogue, culture and organizational learning Organizational dynamics, v.22, nº 2, p 40-51,1993
SCOTT, R.W. The adolescence of Institutional Theory, Administrative Science Quartely, Dez. 1987; 32, 4 pg. 493
SENGE, P . A Quinta Disciplina, Editora Futura, 1999
SENGE, P., et all A dança das mudanças. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
SIMON, H. A. Boarded rationality Organizational Learning, Organization Science vol.2 nº 1 feb.1991.
STEWART, T.A. A Riqueza do Conhecimento: O Capital Intelectual e a Organização do Século XXI. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
SVEIBY, K. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. R. J.: Campus, 1998. Cap. 6,7 e 9
TAKAHASHI, A. R. W.; FISCHER, A. L. Debates passados, presentes e futuros da aprendizagem organizacional nacional e internacional. RAM. Revista de Administração Mackenzie, v. 10, n. 5, p. 53-76, 2009.
TEECE, DAVID J. Explicating Dynamic Capabilities: the nature and microfoundations of (sustainable) enterprise performance. Strategic Management Journal Strat. Mgmt. J., 28: 1319–1350 (2007)
VON KROGH, George, ICHIJO, Kazuo, NONAKA, Ikujiro. Facilitando a criação de conhecimento: reinventando a empresa com poder da inovação contínua. Rio de Janeiro: Campus, 2001. Cap.3, 4 e 8.
WEICK, K.E. Enacted sense making in crises situations, Journal of Management Studies 25: 4 July 1988.
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