Disciplinas

Tópicos Avançados de Administração de Recursos Humanos


Disciplina: EAD5882-7

Área de Concentração: 12139

Número de Créditos: 8

Carga do curso:

Teórico
(Por semana)
Prática
(Por semana)
Estudos
(Por semana)
DuraçãoTotal
42215120
Objetivos:
Um curso reflexivo, prospectivo e investigativo. Nele se recupera a literatura mais conceitual recriando-se o construto de Gestão de Pessoas que se procura estudar. Ao mesmo tempo são catalogadas e analisadas as principais pesquisas sobre tendências em Recursos Humanos no mundo e no Brasil. Finalmente, a disciplina é construída pela produção coletiva de conhecimento investigando-se causas, estados da arte e consequências dos componentes que caracterizam os modelos de gestão de pessoas da atualidade.
Para tanto, o programa buscará responder as seguintes perguntas orientadoras:

• Como definir o que é um Modelo de Gestão de Pessoas e qual a sua composição?
• O que leva os Modelos a sofrerem mudanças no decorrer do tempo?
• Quais as mudanças demográficas, econômicas e organizacionais que mais impactam o MGP?
• Como estas mudanças se comportam na atualidade no Brasil e no Mundo?
• Quais as características e complexidades do Modelo de Gestão de Pessoas das organizações no mundo de hoje?
• Assistimos a um processo de convergência para um modelo globalizado e globalizante de gestão de pessoas?
• Quais as características de convergência e divergência quanto à gestão de pessoas no Brasil?
• Quais as consequências dos modelos hoje adotados para as pessoas e para as organizações?
• Quais relações se pode estabelecer entre as práticas de gestão de pessoas e o desempenho organizacional?

Justificativa:
São inúmeras as questões práticas e teóricas que cercam a reflexão sobre as políticas e práticas de Recursos Humanos das organizações contemporâneas, ensejando um amplo campo de oportunidades para a pesquisa acadêmica. Em geral, reconhece-se a importância do Capital Humano e do Capital Social para a competitividade das organizações, e o papel de RH em mantê-los e desenvolvê-los. Mas, de outro lado, não há consenso sobre a forma de exercer estrategicamente esta função, tornando as práticas efetivamente contributivas com os resultados organizacionais.
Ao mesmo tempo em que se exige um alinhamento integral de RH com o negócio, questiona-se seus impactos para as relações com e entre as pessoas. As práticas propostas pelas escolas mais gerencialistas promoveriam uma excessiva competição interna, estimulando a crescente individualização das relações organizacionais. Além disso, fatores institucionais e culturais de caráter nacional condicionariam a adoção destes processos de gestão, dificultando sua implantação e, por vezes, comprometendo os objetivos pelos quais foram criados.
A disciplina busca introduzir os alunos do PPGA neste debate, estimulando pesquisas que revelem como as organizações públicas e privadas do país atuam nessa área e lidam com estes desafios. A literatura nacional é ainda bastante carente de estudos empíricos que demonstrem se há especificidades no modo brasileiro de gestão de pessoas. Parece relevante estimular uma reflexão sobre quanto ele se alinha com as tendências internacionais e quanto os fatores de contexto interno do país exigem soluções diferenciadas. Considera-se que, com isso, será possível melhor apoiar gestores e organizações na busca de alternativas que contribuam com a competitividade das organizações, condição básica para o desenvolvimento socioeconômico do país.


Conteúdo:
BLOCO 1 - O CONTEXTO TEÓRICO E INSTITUCIONAL CONTEPORÂNEO DE GESTÃO DE PESSOAS

AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
1ª aula
GESTÃO DE PESSOAS E COMPETITIVIDADE NO CONTEXTO ORGANIZACIONAL E SOCIAL CONTEMPORÂNEO
- levantamento das expectativas e apresentação do programa FISCHER, André Luiz. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. In: FLEURY, Maria Tereza Leme (org.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, 2002.
ULRICH, D. Os campeões de recursos humanos: inovando para obter os melhores resultados. Futura, 1998, p 07 - 73.
LEGGE, K. Human Resources, Realities and Rethorics. Palgrave, 2005. P 43 – 69
BOXALL, P; PURCELL, J, Strategy and Human Resource Management, Palgrave Macmillan, 2011, 3a. edition, p01 - 34
LAWLER III, Eduard E. From job-based to competency-based organizations. Journal of Organizational Behavior, vol. 15, São Paulo: Makron Book, 1994, p. 3-13.
FISCHER, André Luiz (1998). A constituição do Modelo Competitivo de Gestão de Pessoas no Brasil – Um estudo sobre as empresas consideradas exemplares. Tese defendida junto à FEA/USP.
2ª aula
DIFERENTES PERSPECTIVAS TEÓRICAS SOBRE GESTÃO DE PESSOAS LEGGE, K. Human Resources, Realities and Rethorics. Palgrave, 2005 p 01 – 43
DELERY, J.E. and Doty, H.D. (1996) ‘Modes of Theorizing in Strategic Human Resource Management: Tests of Universalistic, Contingency, and Configurational Performance’, Academy of Management Journal, 39(4): 802–35.
WRIGTH, P.M. and McMahan, G.C. (1992) ‘Theoretical Perspectives for Strategic Human Resource Management’, Journal of Management, 18(2): 295–320
MARTÍN-ALCÁZAR, F., Romero-Fernández, P. M., & Sánchez-Gardey, G. (2005). Strategic human resource management: integrating the universalistic, contingent, configurational and contextual perspectives. The International Journal of Human Resource Management, 16(5), 633–659. doi:10.1080/09585190500082519
3º Aula
FATORES INSTITUCIONAIS E CULTURAIS QUE DEFINEM O MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS BREWSTER, Chris Comparative HRM – views and perspective – Int. J. Human Resource Management – 18h5- May 2007 – pp 769-787
BREWSTER. (2008). Similarity, Isomorphism or Duality? Recent Survey Evidence on the Human Resource Management Policies of Multinational Corporations. British Journal of Management.
MAYRHOFER. (2011). Hearing a different drummer? Convergence of human resource management in Europe — A longitudinal analysis. Human Resource Management Review.
TANURE, B.; EVANS, P. CANÇADO, V.L. As 4 faces do RH analisando a Performance da Gestão de RH. Revista de Administração Contemporânea – RAC, v.14 nº 4 – jul/ag. 2010 pp. 594-614
TOMÉ, E. Human resources policies compared: What can the EU and the USA learn from each other? Journal of European Industrial Training. v. 29, n.5, p. 405-418. 2005
4ª aula
FATORES INSTITUCIONAIS E CULTURAIS QUE DEFINEM O MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS UMA ANÁLISE DO MODELO BRASILEIRO NETO, A M.C.; SANTANNA, A.S. “Relações de Trabalho e Gestão de Pessoas, dois lados de uma mesma moeda: vinculações sob a ótica do fenômeno da liderança” XXXV ENANPAD 2011
Brookes. (2011). Measuring competing explanations of HRM practices through the Cranet survey: Cultural versus institutional explanations. Human Resource Management Review2.
BELCHIOR, M. TAI, D. Indicadores IBGE – Principais destaques da evolução do Mercado de trabalho nas regiões metropolitanas abrangidas pela pesquisa – IBGE, Rio de Janeiro, 2012.
KAUFMAN, B.F. The theoretical foundation of industrial relations and its implications for labor economics and HRM in Industrial and Labor Relations Review, vol. 64 nº 01 October 2010.
AMORIM, W.A.C. As greves 2011 e 2012 – Temas de economia aplicada – informações Fipe – p.22-32 – fev/12.
5ª aula
UMA ANÁLISE DAS PESQUISAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS SOBRE TENDÊNCIAS EM GESTÃO DE PESSOAS EUROFOUND (European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions) Working time in the EU and other global economies: Industrial relations in the EU and other global economies 2006-2007. Dublin/Ireland
EUROFOND, 2008./ EUROFOUND (European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions) Working time and work-life balance in European companies: establishment survey on working time 2004-2005. Luxembourg: Office for Official Publications of the European Communities
SHRM (Society for Human Resource Management). The 2007-2008 workplace trends list the top trends according to SRRM´s Special Expertise Panels. 2007/SHRM (society for Human Resource Management) Workplace forecast. Jun 2008 e 2011.
FUTURE INSIGHTS THE TOP TRENDS FOR 2014 ACCORDING TO SRMs HR SUJECT MATTER EXPERT PANELS
SHRM WORKPLACE FORESCAST The top Workplace Trends According to HR Professionals, 2013
ULRICH, D., YOUNGER, J., & BROCKBANK, W. (2008). The twenty-first-century HR organization. Human Resource Management, 47(4), 829-850.
FISCHER, A. L. (2010). Pesquisa Delphi RH 2010
FISCHER, A. L., & ALBUQUERQUE, L. G. D. (2005). Trends of the human resources management model in Brazilian companies: a forecast according to opinion leaders from the area. The International Journal of Human Resource Management, 16(7), 1211-1227.
CESAR, A. M. R., BIDO, D. S., & SAAD, S. M. (2007). A “evolução” da área de Recursos Humanos, em termos de importância estratégica e capacidade instalada: cinco anos de Levantamento em empresas que atuam no Brasil. In: Encontro Nacional da ANPAD - ENANPAD. Rio de Janeiro - RJ: XXXI ENANPAD.
NIKANDROU, I.; APOSPORI, E.; PAPALEXANDRIS, N. Changes in HRM in Europe: A longitudinal comparative study among 18 European countries. Journal of European Industrial Training. v. 29, n. 7, p. 541-560. 2005.
KERSLEY, Barbara; ALPIN, Carmen; FORTH, John; BRYSON, Alex; BEWLEY, Helen; DIX, Gill; OXENBRIDGE, Sarah. Inside the workplace: first findings from the 2004 workplace employment relations survey. Great Britain: Department of Trade and Industry, 2005.
















BLOCO 2 - A LITERATURA SOBRE O ESTADO DA ARTE E DESAFIOS DE GESTÃO DE RH

AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
6ª. Aula
ESTADO DA ARTE E TEMAS EMERGENTES NA LITERATURA CALDAS, M. P., TONELLI, M. J., & LACOMBE, B. M. B. (2002). Espelho, Espelho Meu: Meta-estudo da Produção Científica em Recursos Humanos nos ENANPAD da Década de 90. In: Encontro Nacional da ANPAD - ENANPAD (pp. 1-15). Salvador - BA: XXVI ENANPAD.
DEADRICK, Diana L.; GIBSON, Pamela A. Revisiting the research-practice gap in HR: a longitudinal analysis. Human Resource Management Review, v. 19, n. 2, p. 144-153. 2009.
FIUZA, G. D., NUNES, I., MENDES, N. M. D., FERREIRA, L. A., & MELO, B. B. (2010). Políticas de Gestão de Pessoas: Cenário dos Estudos Publicados nos Periódicos da Área de Administração. In: Encontro Nacional da ANPAD - ENANPAD (pp. 1-17). Rio de Janeiro - RJ: XXXIV ENANPAD.
LENGNICK-HALL, M. L., LENGNICK-HALL, C. A., ANDRADE, L. S., & DRAKE, B. (2009). Strategic human resource management : The evolution of the field. Human Resource Management Review, 19(2), 64-85. Elsevier Inc. doi:10.1016/j
LEPAK, D. P., & SHAW, J. D. (2008). Strategic HRM in North America: looking to the future. The International Journal of Human Resource Management, 19(8), 1486-1499.
COMPLEMENTAR
HOOBLER, J. M.; JOHNSON, N. B. An analysis of current human resource management publications. Personnel Review. v. 33. n. 6, p. 665-676. 2004.
MABEY, C. Management Development in Europe: Implications for Research and Practice. Advances in Developing Human Resources. v. 6, n. 4, p. 504-513. 2004.
MORLEY, M. J. Contemporary debates in European human resource management: Context and content. Human Resource Management Review. v. 14, p. 353–364. 2004.
MORRIS, J. The future of work: organizational and international perspectives. The International Journal of Human Resource Management, v. 15, n. 2, p. 263–275. 2004
ROEHLING, M. V.; BOSWELL, W. R.; CALIGIURI, P.; FELDMAN, D.; GRAHAM, M. E.; GUTHRIE, J. P.; MORISHIMA, M.; TANSKY, J. W. The future of HR management: Research needs and directions. Human Resource Management. v. 44, n. 2, p. 207–216. 2005.
WASTI, S. A.; POELL, R. F.; ÇACAR, N. D. Oceans and notions apart? An analysis of the US and European human resource development literature. The International Journal of Human Resource Management. v. 19, n. 12, p. 2155–2170. 2008.
7ª aula
O PROCESSO DE INOVAÇÃO, GLOBALIZAÇÃO E CONVERGÊNCIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS AGARWALA, T. (2003). Innovative HR practices and organizational commitment: an empirical investigation. The International Journal of Human Resource Management, 14(2), 175-197.
CROSSAN, M. M., & APAYDIN, M. (2010). A Multi-Dimensional Framework of Orgl. Innovation: A Systematic Review of the Literature. Journal of Management Studies, 47(6), 1154-1191.
SUBRAMONY. (2006). WHY ORGANIZATIONS ADOPT SOME HRM PRACTICES AND REJECT OTHERS: AN EXPLORATION OF RATIONALES. Human Resources Management, 45(2), 195–210.
MAYRHOFER. (2008). Looking for the Holy Grail? Tracking HRM developments over time – reflections on theoretical and methodological issues. Problems and Perspectives in Management, 6(1).
SOM, A. (2007). What drives adoption of innovative SHRM practices in Indian organizations? The International Journal of Human Resource Management, 18(5), 808-828.
TANNENBAUM, Scott ; DUPUREE-BRUNO, L. M. (1994). The relationship between organizational and environmental factors and the use ... Group & Organization Management.
WOLFE, R., WRIGHT, P. M., & SMART, D. L. (2006). Radical HRM Innovation and Competitive Advantage: The Moneyball Story. Human Resource Management, 45(1), 111-145.
8ª aula
GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS


GRH – EDUCAÇÃO CORPORATIVA E A APRENDIZAGEM INFORMAL
ARMSTRONG, G. Differentiation through people – how can HR move beyond business partner? (cap. 10) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource
Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
RYNES, S. L. Where Do We Go From Here? Imagining New Roles for Human Resources. Journal of Management Inquiry. v. 13, n. 3. 2004.
WRIGHT, C. Reinventing hrm: Business partners, internal consultants and the limits to professionalization. Human Relations, v. 61, n. 8, p. 1063–1086. 2008
HEWITT, G. Connecting strategy and HR: establishing a new logic of partnership. (cap. 24) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of HRM, John Wiley & Sons, Hoboken, 2005.
LEGGE, K. Human Resources, Realities and Rethorics. Palgrave, 2005.
ROBERTS, R.; HIRSCH, P. Evolution and revolution in the twenty-first century: revolutionary new rules for organizations and managing human resources (cap. 16) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
9ª aula
GESTÃO NO SETOR PÚBLICO –

CONSULTORIA INTERNA, TERCEIRIZAÇÃO DE RH, CSC FERNANDES, M. E. R.; CARVALHO NETO, A. M. Gestão dos Múltiplos Vínculos Contratuais nas Grandes Empresas Brasileiras. Revista de Administração de Empresas, v. 45, p. 48-59. 2005.
KAKABADSE, A.; KAKABADSE, N. Outsourcing: Current and Future Trends. Thunderbird International Business Review. v. 47, n. 2, p. 183–204. 2005.
VOSBURGH, R. M.; RESORTS, M. The Evolution of HR: Developing HR as an Internal Consulting Organization. Human Resource Planning. v. 30, n. 3. 2007.













BLOCO 3 - ANALISANDO TENDÊNCIAS EM GESTÃO DE PESSOAS

AULA TÓPICO/ASSUNTO BIBLIOGRAFIA
10ª aula
a) GESTÃO E A RETENÇÃO DE TALENTOS



b) GESTÃO DE PESSOAS E A QUESTÃO DAS GERAÇÕES
LEWIS, R. E.; HECKMAN, R. J. Talent management: A critical review. Human Resource Management Review. v. 16, p. 139–154. 2006.
FRANK, F. D.; FINNEGAN, R. P.; TAYLOR, C. R. The Race for Talent: Retaining and Engaging Workers in the 21st Century. Human Resource Planning. v. 27, n. 3. 2004.
FRANK, F. D.; TAYLOR, C. R. Talent Management: Trends that Will Shape the Future. Human Resource Planning. v. 27, n. 1. 2004.
BOUDREAU, J. W.; RAMSTAD, P. M. Talent ship, talent segmentation, and sustainability: a new HR decision science paradigm for a new strategy definition. (cap. 34) In: LOSEY. M,
CLAES, R.; HEYMANS, M. HR professionals’ views on work motivation and retention of older workers: a focus group study. Career Development International, v. 13, n. 2, p. 95-111. 2008.
11ª aula
GESTÃO DE PESSOAS E FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO
MORLEY, M. J.; COLLINGS, D. G. Contemporary debates and new directions in HRM in MNCs: introduction. International Journal of Manpower. v. 25, n. 6, p. 487-499. 2004.
12ª aula
AVALIAÇÃO DO SESEMPENHO NO TR4ABALHO
FLEURY, A.; FLEURY, M. T. L. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo: Atlas, 2000, cap. 3
HEATON, N.; ACKAH, C. Changing HR careers: implications for management education. Journal of Management Development. v. 26, n. 10, p. 951-961. 2007.
13ª aula
• GRH – BRASIL E EUROPA


• NOVAS TECNOLOGIAS DE CAPTAÇÃO DE PESSOAS
SHEN, J.; CHANDA, A.; D’NETTO, B.; MONGA, M. Managing diversity through human resource management: an international perspective and conceptual framework. The International Journal of Human Resource Management, v. 20, n. 2, p. 235–251. 2009.

SHORE, Lynn M.; CHUNG-HERRERA, Beth G.; DEAN, Michelle A.; EHRHART, Karen Holcombe; JUNG, Don I.; RANDEL, Amy E.; SINGH, Gangaram. Diversity in organizations: where are we now and where are we going? Human Resource Management Review, v. 19, n. 2, p. 117-133. 2009.
KOOIJ, D.; LANGE, A.; JANSEN, P.; DIKKERS, J. Older workers’ motivation to continue to work: five meanings of age. Journal of Managerial Psychology. v. 23, n. 4, p. 364-394. 2008
14ª aula
GESTÃO DE RH EM NEGÓCIOS SOCIAIS
MACKAVEY, M. G. Practicing Ethics in HR: Where's the Action? Journal of American Academy of Business. v. 9, n. 2. 2006.
PERRY, E. L.; KULIK, C. T. Corporate responsibility: A review of international management research from 1998 to 2007. Journal of International Management, v. 14, p. 319–339. 2008.
COMPLEMENTAR
CHILDS JR., J. T. Workforce diversity: a global HR topic that has arrived. (cap. 13) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
15ª aula
AVALIAÇÃO FINAL DELARUE, A.; HOOTEGEM, G. V.; PROCTER, S. BURRIDGE, M. Team working and organizational performance: A review of survey-based research. International Journal of Management Reviews. v. 10, n. 2, p. 127-148. 2008.
LAWLER III, E. E. From HRM to organizational effectiveness. (cap. 17) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
OLIVEIRA, P. M.; MURITIBA, S. N.; FRANÇA, A. C. L. Avaliar Resultados em GP? Estado da Arte desta Prática nas Empresas. In: Anais do XXIX ENANPAD. Brasília: ANPAD, 2005.
ULRICH, D.; SMALLWOOD, N. HR The new ROI: return on intangibles. (cap. 26) In: LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.




Avaliation methods:
O processo de aprendizagem será avaliado por meio de:

a) Seminário em grupo a ser apresentado em sala – estudo teórico ou de caso de uma questão polêmica ou

Notas:
2. Pré-requisitos: NENHUM
3. Estratégias de Ensino/Tipo de aula:
O curso será realizado parte em sala de aula (aprendizagem presencial) e parte por meio de ferramenta eletrônica de ensino à distância. Aulas expositivas, exercícios e atividades coletivas em sala ocorrerão em todas as sessões presenciais. Os alunos deverão apresentar seminários a partir da leitura de bibliografia previamente recomendada produzindo um artigo sobre uma das questões orientadoras. Palestras com profissionais de empresas prestadoras e usuárias de serviços em Gestão de Pessoas serão também adotadas produzindo estudos de caso a serem analisados pelos alunos.

4. Recursos Didáticos:
• E-Learning
• Projetor Multimídia e notebook
• Plataforma Moodle

Bibliografia:
FISCHER, André Luiz (1998). A constituição do Modelo Competitivo de Gestão de Pessoas no Brasil – Um estudo sobre as empresas consideradas exemplares. Tese defendida junto à FEA/USP.
FLEURY, Afonso e FLEURY, Maria Tereza Leme. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo: Atlas, 2000, Capítulo 3.
ULRICH, D. Os campeões de recursos humanos: inovando para obter os melhores resultados. Futura, 1998.
LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
FISCHER, André Luiz (1998). A constituição do Modelo Competitivo de Gestão de Pessoas no Brasil – Um estudo sobre as empresas consideradas exemplares. Tese defendida junto à FEA/USP.
FLEURY, Afonso e FLEURY, Maria Tereza Leme. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo: Atlas, 2000, Capítulo 3.
ULRICH, D. Os campeões de recursos humanos: inovando para obter os melhores resultados. Futura, 1998.
LOSEY. M, MEISINGER. S, ULRICH, D. Future of Human Resource Management, John Wiley & Sons, Inc. Hoboken, New Jersey, 2005.
LAWLER III, Eduard E. From job-based to competency-based organizations. Journal of Organizational Behavior, vol. 15, São Paulo: Makron Book, 1994, p. 3-13.
FISCHER, André Luiz. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão de pessoas. In: FLEURY, Maria Tereza Leme (org.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, 2002.
FISCHER, André Luiz; ALBUQUERQUE, Lindolfo Galvão de. Tendências que orientam as decisões dos formadores de opinião em gestão de pessoas no Brasil. Rio de Janeiro: ANPAD, 2001.
SZNELWAR, Laerte Idal; ZIDAN, Leila Nadim (orgs.). O Trabalho Humano com Sistemas Informatizados no Setor de Serviços. São Paulo: Plêiade, 2000.
BARON, J. N.; KREPS, D. M. Strategic Human Resources: Frameworks for General Managers. John Wiley & Sons, 1999.
LEGGE, K, Human Resources, Realities and Rethorics, Palgrave, 2005