FEA Funcionários - Capacitação profissional e desenvolvimento

Levantamento procura colher dados para avaliar as necessidades de treinamento dos funcionários por competências

    A capacitação e a evolução profissional dos funcionários é uma preocupação constante da FEA. Por isso, esse ano, resolveu-se desenvolver um processo de levantamento das necessidades de treinamento, com a participação ativa dos funcionários. De acordo com a assistente de comunicação e desenvolvimento, Lu Medeiros, que é responsável por esse levantamento, esse processo está sendo realizado neste momento porque se optou por não desenvolvê-lo junto à avaliação de desempenho da Reitoria. “Normalmente, esses dados eram levantados nos Planos de Ação das avaliações de desempenho. Só que esse é um momento tenso”, explica Lu Medeiros, que continua: “então, conversei com o prof. Azzoni e tivemos a idéia de fazer um levantamento mais cuidadoso, que envolvesse mesmo os funcionários e fosse, por si só, também um processo educativo”. Conforme Lu Medeiros, esse levantamento é baseado em competências, ao invés de simplesmente cargos e funções. Nesse sentido, o conteúdo incluiu a explicação do conceito de competência aos funcionários, amparado no modelo da ex-diretora da FEA, profª. Maria Tereza Fleury. “Quase todos os funcionários participaram de reuniões de treinamento para ser capacitados a fazer o levantamento”, acrescenta Lu Medeiros, que afirma que, nessas reuniões, procurou auxiliar as pessoas a refletirem sobre o seu jeito de agir, produzir, para que pudessem compreender melhor o seu próprio pensamento e a lógica do dia-a-dia na Faculdade. “Expliquei a eles que a nossa necessidade de treinamento não é igual para todo mundo e que a educação que a instituição dá ao funcionário deve ser estratégica, ou seja, tem que ajudar a escola a alcançar seus objetivos estratégicos”, ressalta a assistente, que completa: “ainda esclareci que essa educação muda de acordo com o papel de cada funcionário dentro da comunidade da FEA”. Outro aspecto abordado nesse processo foi a cultura da Faculdade, isto é, mostrar como a FEA resolve seus problemas e situações que se colocam, bem como as características específicas da Escola. “Com base nesses conhecimentos, as pessoas puderam pensar sobre o seu papel na Instituição, num determinado meio, numa cultura, de acordo com os objetivos da gestão do prof. Azzoni”, destaca Lu Medeiros, que apresentou aos funcionários pontos destacados do discurso de posse do diretor para que todos pudessem discutir e entender os direcionamentos e objetivos da atual gestão. Segundo Lu Medeiros, todo esse processo tem dois grandes objetivos: “um é auxiliar os funcionários a pensarem no seu auto-desenvolvimento e, outro, é ajudar, contribuir para que os treinamentos efetuados possam transferir alguma mudança para a realidade, para o dia-a-dia”. Como parte do levantamento, foi fornecido um formulário a cada funcionário, para que estes respondessem, com liberdade, a algumas questões, como: qual era a razão de sua área existir na Faculdade; quais eram as suas três principais responsabilidades; o que ele precisava conhecer e aprender a fazer para desempenhar a sua função; como deveria ser a sua conduta e maneira de encarar o trabalho, entre outras.

    “Esclareci a eles que, com essas informações, poderíamos chegar às necessidades de cada um e, depois, construir um banco de dados para fazer o acompanhamento da evolução das pessoas, ajudá-las a pensar sobre o seu auto -desenvolvimento e traçar um plano”, relata Lu Medeiros, que adianta que o processo ainda não foi concluído: “todo mundo já respondeu e, agora, estou fazendo reuniões com alguns chefes de áreas para poder refinar esses dados, com base no que as pessoas escreveram”.

    O banco de dados já está sendo formatado e o próximo passo será escrever o caso para que todos possam visualizar e compreender o processo como um todo. “A intenção é que as pessoas entendam o que aconteceu com cada uma delas após o levantamento, para que esse processo possa virar um conhecimento da FEA”, defende Lu Medeiros, que esclarece: “pretendemos fazer algo simples, mas que tenha a participação de todos, provocando uma mudança na maneira das pessoas entenderem como deve ser a educação corporativa”.

    Para a assistente, esse processo está sendo muito rico, pois os funcionários têm conseguido compreender porque se faz um treinamento. “Era um sonho meu poder trabalhar com um banco de dados de treinamento em que isso ficasse bem visualizado, em que qualquer pessoa pudesse olhar e entender como estava sendo o seu desenvolvimento e porquê”, conclui.

MAIS CAPACITAÇÃO
SEGUNDA EDIÇÃO DO CURSO DE INGLÊS 

    A internacionalização é um dos objetivos estratégicos da FEA. Nesse sentido, é preciso que todos estejam preparados para atender a essa realidade que vem tomando conta do dia-a- dia da Faculdade. Por isso, o curso de inglês para os funcionários já está em sua segunda edição e o aumento das turmas mostra que a iniciativa está dando certo! Segundo Lu Medeiros, na primeira edição participaram 19 funcionários e agora, na segunda, já são 43 pessoas. Os funcionários que participaram das duas primeiras turmas do curso, que é feito pela FEA em parceria com professores da FFLCH, gostaram muito do método de ensino da língua, do ritmo usado pela professora Dolores Braga e contaram para os demais colegas que, sabendo disso, ficaram curiosos e também se interessaram em fazer o curso. Atualmente há 3 turmas em andamento e foi necessária a vinda da professora Leda Bemboscky para ajudar no trabalho.

Data do Conteúdo: 
sábado, 1 Setembro, 2007

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